Um estudo apresentando em 2020 no San Antonio Breast Cancer Symposium afirma que a gravidez é segura após um diagnóstico de câncer de mama. Ou seja, mulheres tratadas com esse câncer podem gerar vidas, ainda que tenham menos probabilidade do que a média de engravidar e maior risco de certas complicações, como trabalho de parto prematuro. No entanto, pesquisas mostram que a maioria dessas mulheres dá à luz bebês saudáveis e o parto não afeta sua sobrevivência a longo prazo.
Eles ressaltam também a importância de conversar previamente com o médico, caso a paciente tenha vontade de ter filhos. Assim ele poderá fazer um encaminhamento a especialistas em fertilidade para aconselhamento antes do início do tratamento, visto que alguns deles podem causar infertilidade temporária e menopausa precoce.
O que estudos como esse tem feito é dissipar entre os médicos e pacientes a segurança da gravidez após o câncer de mama, principalmente quando se fala dessa incidência em mulheres jovens. O cuidado obviamente é maior, mas apena um monitoramento mais de perto é suficiente. E para finalizar, especialistas garantem: “os bebês estão seguros”.
EM CASO DE QUIMIOTERAPIA
Se for o recomendado é possível ser tratado com medicamentos para desligar temporariamente os ovários. A pesquisa mostrou que o desligamento do ovário durante a quimioterapia pode aumentar as chances de ter um filho após o tratamento. Também existem outras opções disponíveis, incluindo a colheita de óvulos maduros antes do início do tratamento.
Fonte: www.breastcancer.org